“Só os animais avistam a Divindade; nós o mais que podemos é adivinhá-la, num recanto ainda intacto do nosso coração. Existirá esse recanto porventura? Existe e é profundo como a nossa ignorância”.
Teixeira de Pascoaes

Ok, muito obrigada pela indicação.

Encontrei umas passagens digitalizadas

Ola,

Eu é que agradeço. Não sei se Bresson apreciava Bloy, mas não me surpreenderia. Ha muito tempo que não vejo um filme de Bresson (mas ainda hoje, a quinze anos de distância, não consigo ouvrir a sonata de Schubert sem recordar a cena final de Au hasard Balthazar).

Se tiver tempo, leia Léon Bloy, tenho a certeza que não se vai arrepender. Especialmente “La femme pauvre”. Ha uma edição recente, disponivel, da editora “La part comune” (espero que com menos gralhas do que em “Le désespéré”, mas senão existem boas edições antigas disponiveis em segunda mão).

Felicidades

Viva, não li não.

Esta citação do Pascoaes vem nos Aforismos.

Obrigada pela informação. Vou ver.

Eu andei com isto à custa de algo que parece muito distante mas talvez não seja- o cinema do Bresson (a espiritualidade do Bresson que era bem perto do franciscano).

Ola Zazie,

Boa citação (de onde é tirada ?).

Ja agora, leu o romance de Léon Bloy intitulado “La femme pauvre” (não sei se existe tradução portuguesa) ? E’ que pode la encontrar considerações sobre os animais proximas da citação de Pascoaes e que me parecem poder interessa-la, pelo menos a julgar pelos temas regularmente ilustrados neste blogue.

Boa continuação.

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