• Comentador– Para mim o direito à saúde nunca devia passar pelo Estado.
  • Blasfemo– Perfeitamente de acordo e esse é o meu ponto. Nada impede que as pessoas se associem e criem mútuas para as quais se cotizem. Se for um “direito” imposto pelo Estado, a liberdade individual sairá sempre a perder.

hehe

Eles têm aquelas cabeçorras tão arejadas que até faz corrente de ar, como diria o Groucho.

E são capazes de maratonas florais à custa destas tretas vazias.

Mas a ideia não é virem de mãos a abanar.

“;O)

A lógica da batata é sempre a mesma – o Estado não tem direito de impor direitos a ninguém e, se conseguirmos tirar esses direitos a quem deles benificia, essas pessoas deixam de viver oprimidas na sua liberdade de opção.
Isto da novilíngua das “opções” já não é monopólio gay.

Ora aí está um desvario que nem a “estação idiota”, nem o facto de o inspirador dessa saga ter sido um tipo tão obtuso como o Jaquim conseguem explicar. Aquele artigo do tal Clifford Não-sei-quantos, que serviu de base a tudo isso, não tem ponta por onde se lhe pegue. Como, de resto, o próprio Jaquim.

O que vale é que, graças aos Céus, a blogosfera é um terreno fértil em delírios desse quilate. Isso lembra-me um que li algures, num blogue de gente “modernaça” e com “ideias arejadas”. Dissertava-se gravemente sobre o divórcio e os motivos que a ele conduzem, quando emerge do breu uma criatura que aponta como principal causa do divórcio a “tradição” (?). Isto, que já era suficiente para clamar com todas as fanfarras pelo Apocalipse, foi prontamente corroborado por outra que, num transe homérico, proferiu a seguinte pérola: “Concordo plenamente com o que disseste. A principal causa do divórcio é o casamento”.

Um raio me despedace se isto não é verdade.

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