The Swimmer– Explora a potencial vanidade de um actor principal bem parecido que aparece em cada cena usando apenas um fato de banho. O actor principal, Burt Lancaster evita as armadilhas da celebridade desta premissa par a criar uma alegoria ambígua – será que o filme representa a ruptura e decadência do eu? a morte do Sonho Americano? O êxodo do Éden?

The Swimmer foi muitas vezes interpretado como uma parábola do poder destrutivo do álcool ou da negligência trazida pela vaidade e obsessão do sucesso. Para Lancaster, que dedicou dois anos à produção do filme e que financiou com o seu próprio dinheiro; O falhanço comercial do The Swimmer marca o início do declínio da sua carreira.

Nada é dado facilmente no filme. O conceito de “natação caseira” liga a história assim como o protagonista Ned Merrill vai gradualmente revelando sofrer de uma disfunção de memórias acumuladas e surtos de amnésias. Pode ser uma jornada linear através de um vale, mas quanto mais peças se juntam neste enigmático filme, mais vemos Merril desconjuntar-se.

Douglas Gordon’s The Vanity Allegory (Exibition Checklist), Deutsche Guggenheim, 2005

Cheever, O Nadador

A short story do Cheever ainda é mais deliciosa.

Aquele olhar cartográfico e as memórias que se despertam depois de uma tempestade de presságio optimista.

(mas até a cidade se chamava Lancaster).

mas o conto do Cheever é uma preciosidade diz lá que não…

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