Mas o homem também se admira de si próprio, de não poder aprender a esquecer e de ficar permanentemente amarrado ao passado. Por mais longe que vá, por mais depressa que corra, as suas algemas seguem-no”

Nietzsche, Considerações Extemporâneas.

Há um excesso de insónia e ruminação histórica em que nos comprazemos- chamamos-lhe fado.

Viva Stephen!

estava a pensar no sentido que Nietzsche lhe emprega. Nesse limite a partir do qual o excesso de história aprisiona a capacidade criativa. O Borges tem um bom conto sobre o assunto: o Funes, el memorioso que aliás se inspirou nas considerações do N.

Por vezes não há alternativa. As memórias omnipresentes nem sempre são produto de escolha. Arrisco-me a dizer que as importantes nunca o são.
Bem vinda de volta. 🙂

SK

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