Há falta de melhor, os nossos legisladores lembraram-se de legalizar a caça ao melro, para satisfazer outra espécie urbana- os chamados caçadores de jardim.

Ora, pela nossa parte, pensamos que a lei devia ser mais abrangente e incluir outra espécie muito mais predadora no cabaz desportivo.

A paridade ecológica entre caçador e caçado ficaria mais equilibrada e ainda conseguiríamos “matar dois coelhos de uma cajadada”- a limpeza urbana e a nossa dívida externa.

O Jô Soares sabia como:

Quanto aos melritos, que não têm culpa que as cavalgaduras do asfalto entrem em descompensação quando não andam a matar na estrada, fica, aqui, de novo a petição .