Plutarco citava a fábula da raposa e da cegonha como exemplo da necessidade das ideias serem facilmente entendidas, sob pena de deixarem de ser factos com importância para a vida em sociedade. O filósofo chamava-lhe disputas entediantes, entre bebedores e recitadores de canções frívolas misericórdia do cadeiral da igreja da Natividade de Maria, Kempen, séc. XV

A raposa ofereceu à cegonha a sopa derramada num prato, de tal modo que o bico desta nada conseguia deglutir. Em resposta, esta provou-lhe a sua perícia, oferecendo-lho o repasto em vasilha por onde apenas entrava o seu bico.

Na Idade Média recuperou-se o tema como alegoria da vaidade dos que embrulham o pensamento em querelas pela Verdade que a Deus pertence, já que a prática do Bem a todos é facultada de modo simples.

ehehe já lá fui delegar o meu lugar na flor de estufa do Corta Fitas, que ficou muito enxofrado por não se ter lembrado de se auto-nomear para o concurso

eheheh
há gente que não se enxerga e nem dá conta do ridículo.

ahahahah agora é que vi.

V. é completamente louco, Cosmo. Que vergonha, avacalhar-se aquilo à minha conta.

ahahahaha

“:O))))

No PC..

E onde é isso, Cosmo?

Logo à noite veja a votação do melhor blogger.

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