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Ontem de manhã, os noticiários de rádio ( Antena 1 e TSF, dirigidas pelo politicamente correcto soprado pela esquerda), não acharam normal que o cardeal entendesse a homosexualidade como não normal. As notícias traziam comentário depreciativo dependurado. Todas a toda a hora. Quase imperceptível, mas revelador das tendências noticiarísticas da terra.

A associação de homossexuais e lésbicas, com o acrónimo ILGA, revirou-se do avesso e vituperou a anormalidade do comentário.

Estamos num domínio semiótico em que o uso do adjectivo não corresponde aos sujeitos mas às práticas.
Em suma, a homosexualidade, conforme refere o cardeal, não é a forma normal para a procriação.
O que é evidente, menos para a tal ILGA que tem em Portugal membros conhecidos como uma jornalista que dá pelo nome de Fernanda Câncio e que de vez em quando é vista e fotografada na companhia do PM deste país. Daí lhe vem a notoriedade pública.

Mas se os homosexuais e lésbicas não são anormais, mas simples seres humanos como os outros ( é também o que diz a Igreja, para quem anda distraído de propósito) que dizer da sua associação ILGA?
A ILGA da senhora dona Câncio e outros, formou-se internacionalmente, no final dos anos setenta do século que passou. Em meados dos noventa, ainda andava às turrinhas, com outra associação que lhe pertencera, a NAMBLA.
Esta Nambla é uma associação de pedófilos e pederastas. Claramente. Sem vergonha alguma. Certo, a ILGA demarcou-se, porque senão nem recebria tusto como ONG.
Mas a verdade é que as suspeitas que os namblas a frequentam, são mais que muitas.

Será a NAMBLA normal? Serão os pedófilos normais?

Se são ( e não confundamos a coisa com os aspectos criminais que isso agora “não interessa nada”), então porque não são? »

No portadaloja

  • Acrescento:
  • Deixei para, ao acaso, nas caixinhas, o que penso sobre o assunto.