«Igualdade de todas as coisas. Cézanne pinta com o mesmo olhar e a mesma alma um doceiro, o seu filho, o monte de Sainte. Victoire»

Robert Bresson, Notas sobre o Cinematógrafo

«Les couleurs, écoutez un peu, sont la chair éclatante des idées de Dieu. La transparence du mystère, l’irisation des lois».
Paul Cézanne, Propos rapportés par Joachim Gasquet,dans Cézanne, Paris, Bernheim jeune, 1921, Repris dans Les créateurs et le sacré,par Camille Bourniquel et Jean Guichard-Meili, Cerf, 1956.



«O verdadeiro não está incrustado nas pessoas vivas e nos objectos reais que tu usas. É um ar de verdade que as tuas imagens apresentam quando os pões juntos numa certa ordem. Pelo contrário, o ar de verdade que as tuas imagens têm quando os pões juntos numa certa ordem confere a essas pessoas e a esses objectos uma realidade».

Robert Bresson, Notas sobre o Cinematógfrafo.





‘não me falem em Picasso quando tenho por perto um Cezanne’…

dizia-me alguém , há tempos …

e Bresson………..
é sp Bresson…

(gostei deste ‘post’

claro que gostei mt…….)

Pois eu também pensei em ti. É a melhor prova que nunca serás um cientóino, esta de teres sensibilidade para o Bresson.
………

Ele e o Cézanne cruzam-se de tal maneira, que só por nunca se falar nisso é que se esquece que toda aquela ordem subjacente aos sentidos que ele procurava também era religiosa.

São excelentes exemplos da arte poder transmitir o sagrado sem precisar de propaganda teórica.

se estivesse em Lisboa, ia ver todos

ainda dava de caras contigo … 😉

Prof DD

“À chaque touche je risque ma vie”.
Paul Cézanne

Mouchette.

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