cette douce, ce ange- c’était un tyran, l’intolérable tyran, le tourmenteur de mon âme

É verdade, António. Mas este também é um dos filmes mais estranhos do Bresson, inclusive pela narrativa que escolhe.

E não é só ela que transmite esse sentido demasiado psicológico, a criada que espreita, também.

Mas ela era linda e este olhar corresponde ao que ele disse- o poder ejaculador do olhar, o olhar que é capaz de desencadear guerras- no Lancelot vai ser o do cavalo moribundo.

Mas é o suicídio mais bonito. E, como em todos, só à terceira- a conta que Deus fez.

E ainda com ligeira indecisão e voltar atrás, sempre filmado com a porta de entrada (de ligação à criada que se retira com a premonição) e a janela de saída.
Arrependimento e sorriso lindo, como o da Agnés quando fica ou como o da freira que parte.

Esta foto corresponde a uno de los planos más extraños de la obra de Bresson. Él mismo se arrepentía de haberlo incluído en el montaje final porque consideraba que daba un toque piscológico al desenlace de Une femme douce, un toque pisológico que se oponía a su visión del cinematógrafo. A mi me parece un plano maravilloso por la mirada insondable de Dominique Sanda. ¡Qué hermosa mujer!
antonio

Um Dostoievski em Paris, todo passado em flashback com a “douce” já morta.

A eterna questão da adaptação vs independência das almas. E voltamos sempre ao conforto dos clássicos autores.

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