Com os rigores reformistas, qualquer pequeno deslize podia dar direito a fogueira.
No tempo de Isabel I, um vigário de Kent perdeu subitamente a voz quanto tentava levar a cabo os ofícios litúrgicos, azar que era imediatamente suspeito de cena mágica de loucura.
No entanto, os seus paroquianos em vez de desatarem a gritar- bruxaria! tiveram o fair play de justificar a afonia do bom pastor e chefe de família, como fruto das “bexigas francesas”.

Ver: Christopher Marsh, op. cit.