Day after day,
Alone on a hill,
The man with the foolish grin is keeping perfectly still
But nobody wants to know him,
They can see that he’s just a fool,
And he never gives an answer,

But the fool on the hill,
Sees the sun going down,
And the eyes in his head,
See the world spinning ’round

ehehe

Tão querido, Pedro.

Andei na passeata e depois na jardinagem e sei lá que mais….

Verdade. A ver se descanso quando começar a trabalhar.

ahahahha

she showed me her room, isn’t it good, norwegian wood…

Arranje lá tempo =)

Atenção que belem fica ao nível das aguas do mar…

Olá, por aqui?

Pois, se calhar não.

Bjs

A ver se para a semana tenho tempo para o Cocanha.

O Chesterton não desdenharia 😉

o videoclip é bom. com McCartney a fazer de tolo.
Penso que não é um clip, mas antes faz parte de um filme

ehehe

Eu gosto muito do personagem e daí me ter lembrado. Pela música também não era esta que escolhia.

Beijocas

Embora a música seja das que menos gosto dos Beatles, identifiquei-me no passado com este personagem (penso que sou portanto um homem realizado :))

Well on the way, his head in a cloud
The man of a thousand voices
is talking perfectly loud
But nobody ever hears him
Or the sound he appears to make
And he never seems to notice

Consta que o Paul MacCartney ia a passear em Primrose Hill, quando esta personagem lhe apareceu, para desaparecer em seguida, sem deixar rasto.

Os santos tolos.

Independente de quem esteja ao nosso redor e do que pensem somos realmente seres de possibilidade múltiplas. Quem seria o tolo? Quantas vezes já fomos dentro de nossos escritórios, salas de aula ou bancas de mestrado chamados de tolos? Nesse simples e fortíssimo texto consigo me emocionar pela primeira vez no ano. Talvez por lembrar que muitas vezes antes de recebermos as coroas de louros somos banhados pela outros (tolos?) de merda e tomates podres!

pois…

Comments are closed.