Já tinha prometido a mim mesma que não ia voltar a deixar passar calúnias e boatos lançados por gente que se considera absolutamente impune, pelo facto de assinar com o nome próprio.

Eu sou a zazie, desde pelo menos os tempos do site do David Lynch- no ano de 2000. E continuei com este nick no Pastilhas, verdadeiro antecessor da blogosfera, criado pelo Miguel Esteves Cardoso e, no qual, todas as pessoas tinham até local próprio para escolherem o nick ao se inscreverem.

Desde aí vários bloggers me conheceram ao vivo e, nem sequer o meu nick é absolutamente clandestino para muita gente- incluindo a nível profissional.

Ou seja- o que aqui é escrito é da zazie- o que é oferecido, idem, e apenas em relação às fontes e citações bibliográficas dos outros tenho sempre preocupação de as referir.

Mas, a paranóia pode atingir as raias da imbecilidade; e a cretinice julgar que vinga, apenas por saber que tem megafone mais poderoso que este fraco estamine.

Aconteceu hoje, de novo, no com o “carapau de corrida” que há muito me persegue e que tem manhas demasiado imbecis para quem se diz liberal- o JCD do Blasfémias Neste caso a anormalidade foi de tal ordem que me ultrapassa a intenção.

No post que ele escreveu a referir a estúpida nomeação da directora da Cinemateca eu deixei vários comentários, na generalidade concordando como, aliás,é possível confirmar pelo postal que antecede este.

Apenas referi, no meio da conversa (comentário 18) que, até ao próprio Pedro Mexia pouco currículo se lhe conhecia como historiador de cinema, tirando a tradução dos aforismos do Bresson (leia-se as palavras textuais no anexo do “print screen”). E acrescentei que o “director natural” teria sido o José Manuel Costa, que dedicara uma vida à Cinemateca mas cujo perfil possivelmente menos mediático teria votado ao esquecimento.

Pois esta mera passagem foi censurada e apagada pelo JCD. Não imagino com que motivo- ele lá o saberá.

Quando dei por isso, fiz notar em comentários e avisei que estava a exagerar. Ele, cobardemente apaga-me tudo o resto que continuei a dizer, volta a colocar o comentário censurado online e, a partir daí, para se justificar lança o boato que me tinha censurado por eu ter dito palavrões e ser peixeira.

Pois bem, desafiei-o a provar que assim tinha sido, colocando os ditos comentários de novo online, para que quem quisesse visse. E dei-lhe tempo suficiente e a minha palavra em como bastava reconhecer que estava a mentir, pedir-me desculpa, que o assunto morria ali.

O sonso não o fez e ainda teve o desplante de se vangloriar que o meu desmentido não ia valer de nada pois só devo ter 3 leitores. Como o Blasfémias tem milhares deles- o rumor soa mais alto.

Não sei. Sei apenas que a verdade é que é como o azeite e, para que não haja dúvidas, aqui fica o print screen de tudo o que foi dito e apagado , para fazer valer um reles boato.
……….
Acrescento- 20:32h

O pantomineiro continua a farsa, editando-me o comentário 18 e cortando-lhe passagens, para depois insistir na rábula dos “palavrões”.
Seja como for, a palhaçada já mete dó e apenas me apetece dizer que o Pedro Mexia não só nem precisa destes sabujos para nada, como não merecia ser usado por tão pouco.

Fica aqui novo print-screen do que foi dito e apagado.

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