CYDONIAN spring with her attendant train,
Maelids and water-girls,
Stepping beneaht a boisterous wind from Thrace,
Troughout this sylvan place
Spreads the bright tips,
And every vine-stock is
Clad in new brilliancies
And wild desire
Falls like black lightning.
O bewildered heart,
Though every branch have back what last year
Lost,
She, who moved here amid the cyclamen,
Moves only now a clinging tenuous ghost.

Ezra Pound, Lustra

De nada. Vou ver se coloco hoje o leitor com o resto que amanhã é que não faz lá muito sentido.

Muito obrigada!Já comecei a degustação! 🙂

Então está bem.

Tenho mais posts por aqui:

http://cocanha.blogspot.com/2008_12_01_archive.html

Faça isso, por favor! 🙂

Pois também é o meu poeta nº 1.

Um dia destes deixo aqui as cantilenas medievais dele que foram musicadas.

Mas nunca existiu ninguém que dissesse poesia como ele era capaz. Até o ritmo arcaico que usava era único, para além do timbre da voz.

Delicioso!
Obrigada por me lembrar que um dos meus poetas-a-conhecer é precisamente Ezra Pound.

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