Como se já não nos bastasse a procriação do mesmo género à pinguim, ou família aspirador, agora temos as amas ornitorrincas que embalam entidades abstractas, chamadas Estado.
Há-de ser na tentativa de dali saírem os filhinhos magrinhos e cheios de genica que vão salvar a Pátria, depois de se livrarem dos impostos e dos empatas que os pagam.

«Três quartos da despesa do Estado resultam de vencimentos da função pública e de despesas sociais. Não há como fugir a isto. Temos de cortar aqui. A sociedade não pode continuar a ser roubada fiscalmente. É ultrajante continuar a pagar impostos para um Estado que recusa emagrecer»

Henrique Raposo.

A propósito. Estive agora a ver o seu blogue e gostei muito. Já fiz o mesmo.

ehehe
Obrigada. O Cocanha já teve melhores dias. Ando sem tempo para posts de outro género e tem sido mais brincadeira.

Interessante suas colocações no blog; gosto do modo como escreve, torna-se diferente. Já está nos favoritos. Abraço.

são esses imponderáveis que dão aquele picante à existência… para certezas absolutas temos o nosso senhor engenheiro primeiro ministro e senhor professor aníbal que nunca senganam e raramente têm dúvidas (ou era ao contrário?)

E depois como é que tu sabias se estavas a abrir a boca à cauda do ornitorrinco ou à mãozinha do otorrinolaringolista onitorrinco?

hãããã?
Não queremos cá badalhoquices dessas. Nem com bolonha.

“:OP

já ponderaste a possibilidade de haver cursos de otorrinolaringologia nas escolas de ornitorrincos? aí já podia haver ornitotorrinolaringologistas ou mesmo otorrincolaringologistas.

claro que tudo feito de acordo com a declaração de Bolonha! não queremos cá reaccionarices.

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