Até ao esfíncter ou à garganta, sei lá.

Mas façamos votos para que a Diana Mantra não tenha a mesma triste sorte do amiguinho e ainda venha conseguir crónica na Gina.
A piquena merece.

ehehehe

Aquele texto do JPP é patético. Andou para ali a escarafunchar no olho do cu do Lethes e nos restantes, sempre à procura do anonimato.

Essa é que é a parte mais caricata. O sujeito tem pesadelos só de imaginar que algum daqueles cus podia ser anónimo.

E depois faz interrogações de autêntico infonabo com essa pancada

Ops, lá publiquei o comentário em duplicado outra vez.

O problema do JPP é que nunca percebeu a blogosfera. Outra pancada dele é a “excessiva subjectividade da blogosfera” – quando é essa “subjectividade” que a torna polémica, mordaz e estimulante. Um blogue vive, também, das idiossincrasias de quem o alimenta. Claro que aquelas tretas sobre os filhos, e as fraldas do bebé, e o “oh, pobrezinho, que estou tão sozinho” são uma estopada – mas isto seria uma estopada maior se toda a gente desatasse a medir palavras e a lavrar boletins e memorandos oficiais.

Este comentário foi removido pelo autor.

É que todo aquele palavrório com honras de jornal poderia ser desmontado com uma pergunta simples: pois, tudo bem, e então? E daí?!…

E o mais curioso é que o mesmo JPP que tanto se encarniça com um tal “Lethes, olho de cu”, que escreve num sítio que ninguém lê, é capaz de ir à televisão recomendar o livro do João Gonçalves, o tal que apoda toda a gente de “ténia” para baixo e que escreve banalidade atrás de banalidade (fico pasmado sempre que oiço dizer que ele “escreve muito bem”).

Li-o na diagonal, sim. Não costumo ler o Abrupto e nem tinha comprado o Público, mas apanhei o link algures e espreitei. Bem, eu cá prefiro ler os jornais em papel e mal tinha reparado na existência dessas tenebrosas caixas-de-comentários – pelo que nunca me passou pela cabeça investigar a vida & obra de quem lá debita.

Não sei bem como é que é o panorama geral, porque leio poucos blogs e ainda menos “caixinhas”, mas acho que das duas, uma: ou se abre as caixas com comentários imoderados, salvo uma ou outra excepção (boataria, calúnia, devassa, spam), ou então fecha-se e acabou. Muitos blogs – não todos, claro – são mais lidos pelos comentários do que pelos posts (o Blasfémias é um caso exemplar). Ora, quem quer ter audiência à custa disso tem de aturar e amochar, com fair-play e paciência.

Caso contrário, os tipos desatam a cortar a eito e aquilo acaba como o blogue do João Gonçalves ou o do Santana Lopes: pode ser coincidência, mas das vezes que lá fui aquilo estava pejado de louvaminhas aos autores. Ora, conhecendo os “artistas” em causa, toda a gente percebe que tanto elogio é um embuste descarado e que houve “dedinho” pelo meio ;-)))

ehehehe Para isso já têm o facebook

“:O)))))

Mas leu esta última anormalidade do JPP acerca dos anónimos dos jornais?

Só um metecapto era capaz de dar importância a esses escritos.

E ele dá. e tudo isto começou por esse censor estalinista e esta maltosa tem cabeça fraca e tende a adoptar o “meme” que anda no ar.

As rábulas que o JPP já fez desde que montou tenda na blogosfera é que valem a pena.

Do mais imbecil e mesquinho. Uma vez quase que ia mandando disparar sobre um qualquer que tinha encasquetado que lhe tinha tomado o blogue.

Na volta foi uma avaria técnica. Um mero engano e o estrangeiro nem sabia quem era o tipo.

Mas descabelou-se a tal ponto que já queria informadores e secreta a apanharem esse desgraçado, vivo ou morto.

“:O))))

E isto por andar à borla, e nem servidor próprio estar para pagar. Mas julga-se sempre a imitar o antepassado, com as superiores razões de Estado que levaram a matar a bela Inês.

Eu, francamente, sinto-me tão desolado com a abjecção do “anonimato” que estou tentado a fundar o épico “Movimento Tudo em Pelota e com Tudo ao Laréu Antes de Blogar” (o auspicioso M.O.T.O.P.E.T.U.L.A.B.L.O.G.).

Doravante, tudo estará ao léu no momento de blogar: esqueletos no armário, facadinhas matrimoniais, dívidas em atraso, etc. etc. etc. Tudo escarrapachado no “prófáile”, no sacrossanto “prófáile”.

Eu não me canso de agradecer aos Céus que isto tenha rebentado numa altura em que ando com tanto tempo livre ;-))

Isto transformou-se num pagode divertidíssimo. Agora já há dois melros engalfinhados a discutir quem é que passou mais tempo em Oxford, e quem conheceu mais gente em Oxford, e quem concluiu mais doutoramentos em Oxford, e quem conhece os melhores restaurantes de Oxford, e quem usou as melhores casas-de-banho de Oxford, etc. etc. etc., Oxford, Oxford, Oxford.

Palavra: isto vai passar à história como a grande “crise da identidade” – uma réplica das “crises de identidade” que se costuma ter por alturas da adolescência (quem sou eu, quem sou eu? A vida não tem sentido, o mundo é um vómito, vou atirar-me de uma ponte).

Mas veja aqui o retardado mental do Mascarenhas:

http://abcdoppm.blogs.sapo.pt/685578.html

O imbecil com a treta dos “anónimos”- sempre agarrado a este atavismo de porteira quando esses marmanjos sempre andaram com o nome todo e mais os apelidos das mãezinhas e paizinhos que aquilo é sempre tudo do clã.

E a coisa mais anormal é que este critério de chamarem anónimo a quem não escrevinha nos jornais ou aparece na tv, acaba por ser o maior tiro no pé.

O tal Miguel Abrantes nem precisa de inventar nick algum. Anda escondido com o nome próprio e estes palonços não acreditam porque o raio do nome não lhes é familiar.

“:O)))))))

ehehe

Ninguém diria que até o imaginava de barbas.

Mas foi mesmo assim que começou por cá a blogosfera. Havia o blogue de esquerda contra a coluna infame e mais nada. O resto foi feito pelos pastilhinhas quando o Pastilhas III fechou.

Quanto ao Insurgente há-de ser mais ou menos isso. É suplemento do Blasfémias mas só traz os títulos.

Ainda que de vez em quando surjam desalinhamentos com piada, como o desta série das “fragatas da 2ª Guerra” que o JLP anda a postar.

Pois, também já me falaram dessa fase do Pastilhas e tenho pena de não a ter apanhado. Nessa altura ainda mal largara as fraldas e a chupeta e devia andar embrenhado no pontapé na bola e numa galdéria qualquer ;-))

E, além disso, era um info-excluído orgulhoso e impenitente. Só soube da existência de uma “entidade” obscura chamada “blogosfera” quando uns amigos me mostraram o bicho, já na ponta final dos Gatos Fedorentos e afins. E o que na altura me interessou foi isso mesmo: um ambiente de completa liberdade para escrever o que apetece, como apetece, com o tamanho que apetece e a regularidade que apetece.

Também não apanhei essa do Insurgente, mas foi bem esgalhada. Eu sempre tive a sensação de que aquilo era uma espécie de Blasfémias, onde eles largavam umas espécie de telegramas curtos e chatos. Mas é possível que me tenha enganado.

ehehe

Eu vi essa do Voltaire, foi uma coisa amalucada. Eles melindram-se por qualquer coisinha.

Mas isto não tem avaria nenhuma. Os blogues apareceram do fim do Pastilhas, criado pelo MEC.

No Pastilhas, para se pertencer, toda a gente escolhia um nick. Depois foi com esses nicks que se formaram os blogues.

Estes pascácios chegaram no fim e decidiram montar tenda para vender lá as traquitanas que têm no sótão e, a partir daí, encasquetaram que os que estavam primeiro, numa onde gratuita, é que não faziam parte do clube.

Está visto que só por isso, nunca largaria o nick. Já o usava no site do David Lynch e nunca apareceu nenhum labrego a exigir identificação.
…………

A Diana Mantra é uma moça parecida com o Carlos Santos que costumava ir ao Insurgente defender os textos dele, quando ele estava bloqueado por “falta de educação”.

E entrava sempre, por ali dentro, com um ar abrutalhado e voz um tanto grossa. Os tipos lá lhe respondiam e mandavam dar recados ao Carlos Santos, por entre beijinhos e assobios à boazona da amiga Diana.

ehehe
A montagem foi feita por eles.

Essa Diana Mantra não sei quem é, mas já percebi que com este Carlos Santos não vale a pena. Ontem larguei lá um comentário no gozo, perfeitamente inócuo, em que bradava aos quatro ventos que sabia quem são o Valupi, o Abrantes, o Tibúrcio e mais não sei quem; e que, embora os meus padrões éticos fossem demasiado elevados para os revelar à borla, não eram demasiado elevados para os revelar se me satisfizessem alguns caprichos. E depois largava uma singela listinha: apartamentos aqui e ali, viagens, etc. etc.

O gajo tem a lata de me censurar isto depois de permitir um comentário em que um anónimo (este sim, verdadeiro anónimo) chama “ovelha” a não sei quem do post. Está tudo dito, ainda que inconfessado.

De resto, também me irrita esta campanha contra os “anónimos” (pseudónimos, melhor dito), principalmente se visa malta mais propensa às literatices e que se está borrifando para chicana partidária. São estes maníacos do anonimato e outros: aqueles que, mal se tenta discutir qualquer coisinha, desatam logo a recomendar tratamento psiquiátrico e a pedir desculpa, condescendentemente, porque “não sabia que o meu comentário tinha ferido os seus sentimentos”.

Há uns meses andei à bulha com um tal “AFF” que atribuiu a Voltaire a celebérrima frase de abertura do “Discurso do método” (sobre o bom senso ser a coisa mais bem distribuída, e tal). Eu limitei-me a sublinhar a evidência. O gajo reafirmou que era de Voltaire e descambou logo a dizer que era doutorado em Física não sei onde e que “o meu currículo fala por mim nos quatro cantos da globo”; e a acrescentar que lamentava ter “ferido o meu ego inferiorizado” e “ter discernido tão claramente a raiz psicológica do meu comentário”, ou coisas parecidas. E, depois de ter visto a argolada, ainda se deu ao luxo de afirmar que essa frase era perfeitamente irrelevante e que não discutia com quem não tinha (ou, em rigor, não alardeava) os seus pergaminhos académicos. Enfim, que se dane.

Pois de acordo em tudo e também no facto de o único que vale a pena ler ser o Pedro Picoito.

A despropósito:

Acho que começo a sentir uma certa ternura pela Diana Mantra. Então não é que agora até faz link directo para a pachachinha simples do post.

ehehehe

E tudo por causa do famoso mistério de um avatar a berlinde que anda com o nome próprio e que eles encasquetaram que é mais um cobarde anónimo escondido atrás do nick “Miguel Abrantes”.

“:O)))))

Eu passo pelo Cachimbo de vez em quando, por causa do Pedro Picoito e de algumas coisas do Miguel Morgado. Os restantes (o JCosta, o CBotelho) apenas me permitem exercitar a minha habilidade para fazer scroll-down vertiginosos.

De resto, por princípio, não discuto com quem alega “superioridades morais” por parte de quem quer que seja, como alegava um tipo qualquer de um desses blogues “destros” (já não me lembro, mas devia ser o 31 da Armada ou o Insurgente – eu confundo-os a todos). Discutir a questão com base na célebre dicotomia “Estado democrático versus bando de terroristas” é logo uma falácia. Uma atrocidade é uma atrocidade – por mais pias e puras e “democráticas” que sejam as mãos que a cometem.

Eu admito que se defenda Israel, ou que se defenda a Palestina, ou que se defendam ambos, ou que não se defenda ninguém, ou que se defenda um às terças e quintas e outro às segundas e quartas. Mas, para que me dê ao trabalho de argumentar, é necessário que primeiramente admitam isto: que as atrocidades, neste como em todos os conflitos, estão repartidas por ambos os lados; e que a invocação de “superioridades morais” perante a carnificina é, pura e simplesmente, asquerosa.

O semi-marrano do Cachimbo é mais para o pato que para a psico-pata.

Agora até lhe deu para ir sacar do “nazismo do Ezra Pound”- esse enorme poeta- que o mais que fez foi defender fascismo e chatear onzeneiros em manifesto; para defender aquele génio vivo que dá pelo nome de Benjamin Netanyahu.

e tudo porque os “eleitos” fizeram aquele lindo serviço e foram neutralizados à mocada por um cozinheiro e ajudantes de bordo.

Mas há pessoas que eu acabo a respeitar pelas razões mais paradoxais.

É o caso do Valupi com quem terei afinidades cinéfilas e outras literárias mas zero políticas.

Pior que zero- foi mesmo com quem calhou descarregar tudo com que embirro.

E essas cenas de porrada virtual, em directo, podem sempre pisar o risco. E nem digo do insulto, porque para isso tanto ele, como eu, temos couraça.

Mas não pisou e não houve melindre, nem sequer nada parecido com ressabiamento. E foi porrada a sério. Não estávamos propriamente a brincar, tirando o facto de ninguém virar as costas e estar ali para deixar o outro por terra.

E por isso é nojento estas macacas que se sentem muito ofendidas se alguém as manda à merda, virem agora chagar um tipo a quererem que mostre fotografia e mais o raio que os parta, quando até sabem bem o que ele faz.

ahahahha

As coisas que v. sabe.

Eu não li nada. Passou-me tudo ao lado, na altura. e praticamente nem vou ao Cachimbo para não me irritar com o marrano psicopata que por lá têm.

Só li a trampa do Leite e aquilo era um nojo de cagança e cretinice.

Mas não sabia essa cena de Badajoz

ahahaha

Essa é deliciosa.

“:O)))

Quanto ao Valupi/Valupateta é um blogger decente e ninguém deve ter andado mais à porrada com ele do que eu andei. Eram cenas em maratona de 300 comentários por sessão. A fazer em cacos, por causa do Wilders e mais que fosse preciso.

Mas é claro que há inventona foleira por por porteirice da mais mesquinha.

E isto agora foi mais um remake da tradição iniciada por outros imbecis do combate aos “cobardes anónimos”.

Ele não censura absolutamente nada; é um blogger impecável e o resto nada tem a ver com assessores. As pancadas situacionistas, são cenas de berlinde que o próprio deve comprar para se gratificar.

Mas, quem quiser que se dedique a desmontar tudo aquilo. Até parece que têm medo de não conseguirem, quando é coisa que cai por si, tal é o excesso e exagero.
————–
Agora por cenas de assessores até eu postei aqui os tachos que o Galamba sacou, como “perito de economia na área da saúde”, ainda antes de chegar a deputado.

Isso são tretas que vêm no Diário da República e nada têm a ver com andarem a trabalhar para que as botas cardadas entrem na net.

Nestas coisas a trincheira não deve nunca servir de pretexto para que os métodos não contem para se alcançar fins.

Para mim, conta sempre primeiro as acções, venham de onde vierem.

E este palerma é mesmo uma galinha psicopata. Parece que se ofereceu para qualquer sessão de hipnotismo a galináceos e depois ficou assim.

Tadinho, ainda acaba fugir do galinheiro.

Co’a breca, eu estou taralhoco de todo. Já não bastava ter publicado a última mensagem em duplicado, ainda lhe chamei professor de Coimbra.

O ANL era o “professor-doutor-ó-meu-Deus-para-lá-de-Badajoz”. Quem era de Coimbra era o “professor-doutor-de-Coimbra” Vital Moreira, nas palavras do Almeida Santos. Este melro vai mais longe: vai a Badajoz e tudo, senhores! E, o que é pior, volta.

Este comentário foi removido pelo autor.

Ah, a boca do Pedro Picoito, escreveu-a ele algures no “Cachimbo”. Já não me recordo bem, mas acho que ele não se deu ao trabalho de responder em post. Aquilo foi uma pulhice de vão-de-escada, que não merecia destaque de primeira página (já piada, pelo contrário, merecia-o).

Foi mais ou menos na mesma altura em que o Nogueira Leite se gabou de ser muito mais conhecido “para lá de Badajoz” e que, em consequência, passou a arrostar com o epíteto “o professor-doutor-ó-meu-Deus-para-lá-de-Coimbra-Jekyll-Nogueira-Leite”.

Claro que também me repugna que se pague a assessores (não sei se é ou não o caso do Valupi, nem me interessa muito) para andarem a roçar-se pela blogolândia; mas isso não difere das manadas de boys entrincheirados nas redacções dos jornais (o DN, por exemplo, é uma autêntica coutada). E, seja como for, tenho sempre alguma relutância em que sejam utilizadas missivas privadas e confidenciais para estes fins.

“Galinha psicopata” é uma bela bordoada, principalmente se o imaginarmos a girar o pescoço e a debicar milho enquanto martela o teclado. Quanto ao resto, parece-me pura intriguice e mexerico. Eu estou-me borrifando para o que o Valupi escreve e raramente leio; mas, das poucas vezes que lá aterrei, aquilo pareceu-me agit prop mais ou menos limpa – bem diferente do Corporações, por exemplo, que chegou a utilizar documentos oficiais para pura chicana partidária.

Os americanos têm uma boa expressão: cringe worthy…

ehehehe

Não sabia que o Pedro Picoito tinha mandado essa boca tão gira.

ahahaha

Mas o porco fossou bem feio.

Este palerma tem cara do que é. Reparaste bem naqueles olhinhos fixos de galinha psicopata.

Ah, quanto ao ANL, o Picoito também lhe deu troco à altura: quando o outro o acusou de se licenciar na “Faculdade de Ciências Sexuais e Humanas” da Nova (?), ele replicou qualquer coisa como “eu não tenho culpa de que a iniciação sexual do ANL só se tenha dado já na universidade” ;-)))

Sinceramente, não sei o que me fascina mais no Carlos Santos: se o cabelinho à campeão, se a paciência para estoirar tantos caracteres em mexericos, se a completa e absoluta aleatoriedade da pontuação (há vírgulas naquele gigantesco pastelão que ainda me estão atravessadas na garganta).

Tem porteiras; está cheio de porteirame à volta. Até o Paulo Pinto Mascarenhas se sente bem em ver que há porteiras capazes de baixeza idêntica.

E está rodeado de anõezinhos que se julgam famosos por escreverem umas merdas nos jornais e montarem tenda na blogo sem se preocuparem em sujar os nomes da família.

É isto- a mediocridade das “redes sociais” espelha-se neste gosto pela devassa dos “anónimos”.

Os cabrões dão o nome aqui e o cu e 5 tostões por trás.

E há pior que este que é um bimbo doente mental. O António Nogueira Leite fez a maior nojeira com o Pedro Picoito.

Passou-me ao lado na altura mas agora hei-de insultá-lo enquanto não for ostracizado.

Esta gentalha que persegue o anonimato na blogosfera é perigosa.

Mas muito gostam eles de anónimos que escrevem merdas pornográficas e ainda vendem o Pipi em papel pelo Natal.

De resto, tudo o que este idiota faz não precisava sequer de devassa de correspondência privada.

Vem no Diário da República e andam todos com nome e apelido à mostra.

O resto é doença e porteirice com o Valupi.

Mas este gajo tem padrinhos…
Até a cambada do insurgente parou de se meter com ele.
É estranho, sempre pensei que uma característica dos conservadores liberais era a “verticalidade”, “espinha dorsal” e afins…

Já ouviste o jingle?
vai lá ouvir o jingle ivax que esse é que tem piada.

ahahahahah

O avental não serviu, tente-se o silício. Isto se o vento mudar mesmo, claro…

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