Singra o navio. Sob a água clara
Vê-se o fundo do mar, de areia fina…
_ Impecável figura peregrina,
A distância sem fim que nos separa!
Seixinhos da mais alva porcelana,
Conchinhas tenuemente cor de rosa,
Na fria transparência luminosa
Repousam, fundos, sob a água plana.
E a vista sonda, reconstrui, compara,
Tantos naufrágios, perdições, destroços!
_ Ó fúlgida visão, linda mentira!
Róseas unhinhas que a maré partira…
Dentinhos que o vaivém desengastara…
Conchas, pedrinhas, pedacinhos de ossos…

Camilo Pessanha

eu sou um bocado bruxa eheheh mas atenção o meu gato não é preto

parabéns zazie, esse teu país é muito bom 🙂

??? mas vocês são bruxos, é?
ainda me entram pelo monitor… “:O.

Conchas, pedrinhas, pedacinhos de ossos…

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