foi samba com negros misturados com a’arabes de turbante e mais baianas de Piccadilly, mas o que ainda gostei mais foi de uma salsa com um velhote chinoca de longas barbas e carapinha, num belo cruzamento que mais parecia um mestre de kung fu em filme de s’erie z.

(Va-se la saber porque, ate me lembrei do Joao Miranda… so faltou sair sentenca zen no meio do bailarico…)

verdade cbs?!?! é mesmo aí!

José, pensei o mesmo durante a festarola. Há por lá ruas que são praticamente habitadas só por negros. E então eles montaram gigantescas aparelhagens à porta das moradias e iam dando festas alternativas ao desfile ao mesmo tempo que faziam barbecues no jardim e vendiam a paparoca a quem passava. Um desses largos era totalmente dedicado ao Bob Marley e foi dos que soube melhor. E aquilo tem de tudo,incluindo muita criançada em palcos gigantes nos jardins e até havia pessoas a desfilarem em cadeirinha de rodas.

Olhe, parece um reclame a marca de cerveja mas e´verdade: não há nada melhor que as coisas simples da vida. E transformar a cidade num musichall com gente de toda a espécie a dançar é a melhor imagem que consigo formular da espécie humana “;O))

Nothing Hill Gate?
Creio que era essa a estação para Portobello Market.
Lavei muito prato em Ladbroke Grove, juntinho à feira.

BeijocasMiss Zazie

Acabei de ver agora na tv, imagens do “carnaval”. Impressionante!

COm o ritmo a que as coisas seguem, daqui a tempos terá maior importância do que o de outra paragens.
Basta que os imigrantes sejam livres de se manifestarem e o cosmopolitismo fará o resto.

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