«Nascido da Noite, sem pai, eu chamo-me Momus, tiro prazer em rore coisas uma de cada vez, com um dente de Teo. Finjo ser feito como um homem, com uma gelosia no meu peito; de modo a que não haja mentiras naquela cavidade, já que os meus sentidos estão abertos»-Junius, Hadrianus, Emblemata (1565)

Razão deve ter tido Momus que de todos os deuses troçava e não perdoou a Hefaísto não ter colocado uma janela no peito dos humanos de modo a desvendar-se-lhes os segredos. E não faltaram ao longo dos tempos quem procurasse por outras vias essas manifestações mais escondidas da alma.
O corpo, principalmente a face há-de mostrar essas marcas da personalidade e do carácter humano- a máscara sempre foi a persona, coube aos fisionomistas a tarefa mágica ou científica da decifração dessas marcas impossíveis de esconder.

A prática já era conhecida na Suméria e antigo Egipto. Na antiga Roma tornou-se comum entre os grandes senhores possuírem um metoposcopi com dons para ler nas rugas da face o carácter dos que os rodeavam, numa antecipação da psicologia política que mais tarde também será receita recomendada por um Castiglione ou Maquiavel.

O percurso da magia para a ciência vai ter muitos elos e entrosamentos. Da busca esotérica dos sintomas da alma cósmica aos estudos da psicologia moderna, muitos entrosamentos houve pelo caminho e à fisionomia tanto se dedicaram médicos como filósofos, magos e artistas. A adivinhação da alma e as bizarrias zoomórifcas da animalidade escondida por baixo da pele necessitarão tanto do mistério como da arte da revelação.

Em pleno século XVII ainda Lavater questionava a importância das manifestações físicas do psiquismo humano, interrogando-se sobre a sua natureza: “o que é a natureza universal senão fisionomia. Não se reduz tudo a superfície e conteúdos? Corpo e alma? Efeito externo e faculdade interna? Princípio invisível e fim visível?”

Como pesquisas associadas à medicina as fisionomias têm em Hipócrates o iniciador, usando pela primeira vez o termo no tratado acerca das epidemias, no sentido do julgamento de alguém pela aparência física.

O desenvolvimento desta arte divinatória entre as formas animais e as fisionomias humanas chega à Idade Média através de outros tratados em que o carácter hermético predomina. Tal é o caso dos estudos do Pseudo Aristóteles, Adamantios, Polemon e o pseudo Apuleius que transitam do mundo clássico por via de traduções e tratados árabes do género, como o manual de medicina de Kitab al-Mansuri fi al-tibb (The Book of Medicine para Mansur), de Rhazes ou o de Kitâb al Firâsa de Al-Râzi (1209)

Giambatista della Porta(Sócrates, homem-veado)

Por influência do neoplatonismo e recrudescimento do fundo de tradição mágica, estas artes ganham novo fôlego a partir do renascimento.
Giambatista della Porta (1541- 1615), personagem de gostos excêntricos e dotado de conhecimento enciclopédico que abarcava criptografia, horticultura, estudos de óptica, astrologia, matemática e fortificações, retoma e colige estes estudos no tratado De Humana Physiognomia, publicado em Nápoles no ano de 1586.

O corpo humano é visto como um livro, passível de ser lido por quem possua a arte dos oráculos. O intuito da obra explica-se silogisticamente.
1- cada espécie animal tem a sua forma correspondente às suas propriedades e às suas paixões; 2- os elementos dessas figuras encontram-se no homem; 3- o homem possui esses mesmos traços tem, por consequência, um carácter análogo.

Giambatista della Porta(homem-leão)

Giambatista della Porta- Poliziano com elefante de Durer

O homem-leão- poderoso e generoso, possui peito largo, espáduas amplas e mãos e pés longos.
Neste exercício todos os detalhes são analisados minuciosamente do nariz, à forma das sobrancelhas, tipologia da boca, etc., nada fica de fora. O exercício é magnificamente ilustrado em gravuras, procurando imagens históricas de personagens notáveis
E assim aparece o Platão-cão; o Sócrates-veado; O Sérgius Galba- águia e muito outros. Curiosa é a explicação das características de Sócrates- o nariz achatado nítido revelador da luxúria… mas a mais exótica é esta novidade do famoso rinoceronte de Durer justaposto à efígie do grande poeta Policiano

Alguns exemplos parecem recolhidos do senso comum. O Pseudo Aristóteles, por exemplo, dizia que os cabelos finos, o corpo flácido, os molares achatados, face pálida e olhos fracos e pestanejantes são características de pessoas tímidas. Mas outras características provêm da tradição astrológica baseada na crença da ligação do macrocosmos ao microcosmos e na velha teoria dos humores. Em cada indivíduos seria possível detectar as marcas desse todo operante, pois o ser humano não possuía uma natureza particular em relação aos outros seres vivos.
Nesta base serão vão estabelecidas as características psicológicas comuns ao próprio temperamento dos animais “patronos” do seu nascimento. Acrescente-se o contributo da Metoposcopia, ciência inventada pelo notável matemático e físico Gerolamo Cardano (1501-1576) que traçava paralelos entre as rugas da testa e o efeito dos planetas sob cuja égide o indivíduo nasceu.
Cardano, cuja vida trágica atesta também o carácter aventureiro destes primórdios místicos dos estudos científicos, chegou a sistematizar 800 tipologias capazes de identificarem idênticas variantes de carácter e outros efeitos acessórios como a detecção de uma mulher adúltera por esta forma.

Della Porta não se limita a compilar a tradição do passado. As suas tipologias faciais e psíquicas vão mais longe que a moralização em torno da bestialização do homem, como acontecia nos tratados medievais. Basta recordar que o fabulário no género como é o caso do Roman de Fauvel que fazia parte de uma recolha em que incluía também o velho Segredo dos Segredos de tradição aristotélica.

 Della Porta,De Humana Physiognomia

 Della Porta,De Humana Physiognomia

Giacomo della Porta acentua o lado bizarro nas ilustrações que acompanham o tratado e insinua-se por áreas em que a humanidade se expande para outros reinos A pesquisa de semelhanças cósmicas leva-o a procurar semelhanças no próprio reino vegetal, afastando-se assim da legitimação moralizadora em que ainda se podiam incluir os zoomorfismos.

São os olhos, as sobrancelhas, que se comparam a ramos e raízes, como se toda a geração estivesse sujeita aos mesmos princípios indecifráveis, caminhando para a possibilidade do homúnculo liberto das grilhetas adamitas. O corpo e o natureza fundem-se; ramificam-se os dedos das mãos do mesmo modo que as raízes de uma planta; arqueiam-se sobrancelhas como o corpo de um roedor; todos os detalhes e partes da antureza tornam-se metáforas recíprocas, examinadas como se de uma enciclopédia das formas se tratasse. No De Humana Physiognomia (1586) os paralelos transformam-se numa autêntica taxionomia iconográfica.Os dentes humanos fazem lembrar os “dentes” na casca de um ananás, nas sementes de um fruto ou na raiz de uma flor. As expressões faciais conjugam-se com um catálogo do reino vegetal e incluem receitas à base de ervanária aplicada a cada órgão do corpo

Esta cartografia da face e da alma, ainda esteve sob censura por parte da Igreja, a quem nunca agradaram as artes mágicas, mas escapou ao Índex com o bom argumento que os traços humanos apenas atestam predisposições e que o livre-arbítrio da consciência permanecia.

A convivência destas tradições materialistas com a ortodoxia religiosa prossegue de forma mais pacífica que muitas vezes se supõe. Em pleno século XVII o erudito médico Sir Thomas Browne (1605-82) na Religio medici (1635) continua a afirmar que certos caracteres na nossa face que transportam o moto das nossas almas, discordando que tal se deva à influência planetária pois pensa que apenas exprime o temperamento.

Johann Casper Lavater, “raiva”do Essays on Physiognomy, 1792, gravura de J.Hogg, segundo Chodowiedki
James Parsons, mulher desdenhosa, de Crounian-Lectures on Muscular Motion,1745

A importância da ilustração figurativa é decisiva, razão pela qual os próprios médicos conseguiam maior aprovação das teorias pela capacidade de ilustrarem os seus tratados. No caso destas experiências em torno das marcas fisionómicas os caminhos entrecruzam-se e vão caminhar a par até muito tarde.

Charles le Brun, esboços fisionómicos de c.1727

Charles le Brun, esboços fisionómicos de c.1727

Lavater tanto recebe esta herança por via de Giambattista como usa os desenvolvimentos que Charles le Brun, pintor de corte de Luís XV e ditador das belas artes conservadoras da corte havia desenvolvido.
O talento de desenhador está bem patente no refinamento que imprime nestes desvios por trabalhos “menores” que só vieram a ser publicados postumamente em 1698, como Método para aprender a desenhar as paixões”.
 Rubens, Homens leoninos, c.1605-1608+ Masson, segundo desenho de Rubens, Le Monde, 1981

A ilustração torna-se decisiva para a divulgação destes estudos, motivo pelo qual deparamos com trocas entre artistas e “fisiólogos”. No entanto nem todos seguem as taxionomias e desenhos espartilhados.
Foi o que aconteceu com Rubens, igualmente atraído por estas derivações em torno da bestialização da alma humana. Nos esboços que executou em Itália e que acabou por inserir no Tratado da figura humana há toda uma interiorização da força bestial, em fisionomias inquietas e agitadas, cuja potência se exterioriza numa espécie de “terriblitá” mais próxima de Miguel Ângelo que dos catálogos analíticos dos restantes fisionomistas.
Não terá sido por acaso que foi nele que Masson veio beber as influências, quando as experiências surrealistas se voltaram de novo para estas tradições mais underground da arte.

Leonardo Da Vinci, esboços fisionómicos- detalhe (Louvre, Cabinets des Dessins)

Paralelamente também se tinha dado uma bifurcação artística entre este mapear de marcas astrológicas do carácter humano e as derivações “bárbaras” e satíricas, mais próximas da etimologia das momices do deus grego.
Com efeito, assiste-se a uma evolução da própria noção de riso medieval- grotesco e escancarado- para a um gozo mais subtil, a partir do renascimento. Artisticamente os zoomorfismos vão dando lugar a exageros caricaturais das próprias feições, tornando-as bestiais sem necessitarem de perder a intrínseca natureza humana. Leonardo da Vinci praticou-o à margem,neste caso sem qualquer intuito para-científico, apenas como um refinamento do humor dando origem à caricatura.
Simplesmente a caricatura era um desregramento facial, uma bestialização do ser humano por excessos que monstruosos em que perde a sua humanidade sem no entanto reflectir qualquer particularidade cósmica ou psicológica passível de organização sistémica.

Hogarth, Caracteres, caricaturas, 1743

O problema não será detectado por um cientista mas por um pintor satírico. Hogarth, (1697-1764) deu seguimento à fisionomia e no tratado de estética- Analysis of Beauty (1753), não só aconselha os artistas a estudarem os trabalhos de Le Brun como tentou (ainda que sem grandes resultados) separar os traços de carácter das caricaturas, de modo a que estes não fossem tomados por troça.
Hogarth teve uma verdadeira obsessão por esta diferenciação, a que no entanto nunca conseguiu dar forma convincente. Um ano antes de morrer ainda andava à volta do assunto, a propósito dos desenhos dos prepotentes juízes da série
The Bench.

Queixava-se que não lhe entendiam as marcações de carácter, insistindo em confundi-las com a caricatura, tal como as suas pinturas e gravuras satíricas também eram consideradas uma arte de segunda.

Importa salientar a mudança progressiva do uso de um bestiário moralizado para uma posterior ideia de mundo como animal vivo- que tem equivalência artística nas bizarrias de um Arcimboldo, como o tem nas ligações éticas e físicas de um Giordano Bruno ou de um Hobbes-, a que se vai seguir a interiorização no eu psíquico que com Descartes se afasta definitivamente do mundo das associações mágicas.

 Théodore Gericault, louca

 Théodore Gericault, louco

As trocas de influências entre a arte e a ciência continuaram na obra de Lavater e atingiram um dos momentos mais importantes quando, Theódore Géricault acompanhou os estudos de Georget, precursor da psicanálise, captando na tela as primeiras tipologias de doenças mentais. Com este passo separava-se a caricatura monstruosa como marca de Deus para assinalar o desvio maligno, da patologia humana passível de entendimento e cura.

E é assim, que da fisionomia à doença e desta à identificação de taras criminais o passo é curto. ef=Galton e Lombroso deram-no praticamente em conjunto.

Galton
Francis GALTON, “Portraits composites par superposition de prises de vue, essai de portrait générique criminel”, Inquiries into Human Faculty and its Development, 1883.

Lombroso
Cesare Lombroso, L’uomo delinquente, 1876

Vapores da Matrix

Une Leçon Clinique à la Salpêtrière, 1887. André Brouillet

Em Salpêtriêre, hospício onde se encerravam criminosas, prostitutas, vagabundas e doentes mentais, a quem Charcôt é o primeiro a mandar retirar as correntes, depois de um incêndio em que muitas pereceram, a fotografia alia-se aos estudos da histeria.

O Paradoxo da fotografia também é o paradoxo da semelhança- captar facies da loucura.
A fotografia serve a intenção de entrar no imaginário- de “captar” o imaginário como um facto – a imbecilidade narcisista, obscena e moderna da crença na factuidade- segundo Baudelaire

“Vapores vindos da matriz”- Em francês- histeria- histericismo, histeralgia, espasmo histérico, paixão histérica, espasmos, arcos nervosos, ataques de nervos, vapores, astma de mulher, melancolia das virgens e das viúvas, sufocação uterina, sufoco do útero [suffocation de matrice]- sufoco da mãe, epilepsia uterina, vapores uterinos, neurose uterina, neurose métrica, metralgia, ovaralgia, utero-cefalite, encefalite espasmódica, etc.

Jules Claretie (membro da Académie française):“Behind those walls, a particular population lives, swarms, and drags itself around: old people, poor women, reposantes awaiting death on a bench, lunatics howling their fury or weeping their sorrow in the insanity ward or the solitude of the cells. The thick gray walls of this citta dolorosa seem to retain, in their solemn dilapidation, the majestic qualities of Paris under the reign of Louis the Fourteenth, forgotten by the age of electric tramways. It is the Versailles of pain.”

“You know that my principle is to give no weight to theory, and leave aside all prejudice: if you want to see clearly, you must take things as they are. It would seem that hystero-epilepsy exists only in France and only, I might say, as has sometimes been said, at the Salpêtrière, as if I had forged it through the power of my will. It would be truly fantastic if I could create ailments as my whim or fancy dictate. But, truth to tell, in this I am nothing more than a photographer; I inscribe what I see. (…)”
Georges Didi-Huberman: Invention of Hysteria: Charcot and the Photographic Iconography of the Salpetriere (1982/2003).

Iconographie photographique de la Salpêtrière

A observação da doença torna-se uma estética- pela hipótese do cânone demoníaco

Duchenne de Boulogne aproveitou as perturbantes experiências neurológicas que ia fazendo com recurso à forografia para teorizar acerca da maior verdade de uma estética realista sobre a idealização do legado clássico.”

Duchenne acreditava que cada movimento dos músculos representava um movimento da alma- uma ginástica da alma e lá os foi provocando em cobaias humanas. Os resultados vieram também a entusiasmar Charles Darwin, que os usou como fundamento para a semelhança entre as expressões dos animais e dos seres humanos

Artisticamente, como a Ciência comprovava, a estética da verdade devia ser apenas imitação da natureza. Criticou a arte grega pela falta de expressão e erros anatómicos.
Acerca da Níobe dePraxtíteles interrogou-se: Seria a Níobe seria menos bonita se a emoção terrível do seu espírito fosse acentuada nas sobrancelhas oblíquas, como faz a natureza e se algumas linhas de tristeza tivessem enrugado a secção mediana da sua testa? Pelo contrário, nada é mais atractiva e comovente que uma expressão de dor numa testa jovem que está normalmente tão serena.”

As genealogias e fisionomias complicam-se

Contudo, o velho Tratado de Lavater não estava esquecido. No apogeu do nazismo recuperam-se estas “cartografias” da alma, frenologias e metroscopias congéneres, no intuito de se criarem definitivas taxionomias de raças.

Ataque demoníaco, A. Delahaye e E. Lecrosnier, gravura para Études Cliniques sur la Grande Hystérie ou Hystéro-Épilepsie do Dr. Paul Richer, 1885

Litografia de Ambroise Tardieu para E. Esquirol,Des maladies mentales, Atlas, Paris, 1838

O corpo teórico da Ciência, tal como o da Arte, nunca foi neutro mas os cruzamentos operados atestam como o percurso de institucionalização da primeira também equivalem à desmontagem do satus quo da segunda. Na charneira encontra-se a valorização do grande iceberg escondido- as pulsões automáticas que constituem o Eu – capazes de o universalizar dispensando na Arte o génio-criador e dando origem na Ciência a “novos magos”. A psicologia moderna também ganhou em precisão tanto quanto perdeu em ambição cósmica- os remendos dos novos “psico-oráculos” deixaram de aspirar a harmonias que vão muito mais além do mundo do emprego ou do apartamento.

imagens:
1, 2, 3-Giambatista della Porta (Sócrates, homem-leão e Policiano com rinoceronte de Durer, 1602)
4, 5, 6, Della Porta, De Humana Physiognomia
7 Johann Casper Lavater, “raiva”do Essays on Physiognomy, 1792, gravura de J.Hogg, segundo Chodowiedki
8- James Parsons, mulher desdenhosa, de Crounian –Lectures on Muscular Motion, 1745
9, 10- Charles le Brun, esboços fisionómicos de c. 1727
11- Rubens, Homens leoninos, c.1605-1608
12, Masson, segundo desenho de Rubens, Le Monde, 1981
13- Leonardo Da Vinci, esboços fisionómicos- detalhe (Louvre, Cabinets des Dessins)
14- Hogarth, Caracteres, caricaturas, 1743
15, 16, Théodore Gericault, louca e louco, 1821-22
18- Ataque demoníaco, A. Delahaye e E. Lecrosnier, gravura para Études Cliniques sur la Grande Hystérie ou Hystéro-Épilepsie. do Dr. Paul Richer, 1885
19- Litografia de Ambroise Tardieu para E. Esquirol,Des maladies mentales, Atlas, Paris, 1838

consultar: Jurgis BALTRUSAITIS, Aberrations. Essai sur la légende des formes. Perspectives dépravées, Flammarion, Paris, 1995

Barbara Maria STAFFORD,Boddy Cristicism, Imaging the unseen in Enlightenment Art
and Medicine
, The MTF Press, Cambridge, Massachusetts, London, 1992

Georges Didi-Hubermann,Invention of Hysteria. Charcot and the Photographic Iconography of the Salpêtrière, 2003

  • Anonymous

Fisiognomia, libro de Mauricio Xandró.

muito obrigada e seja bem-vinda cara Alice.

Excelente ! Parabéns por este trabalho!

era isso mesmo Paulo!

triciclinhoooo! que é feito menina? nem tinha lido o nome e já tinha visto que eras tu pelo emotion “:O))
bigada mas não te pires com o teu triimm trimmm
beijocas!

aie que magnifico post, zaziiie!

os agradecimentos dos que deste lado ficaram embasbacados o_O

beijinhos!!

Grande “post” Zazie. Eu conheci razoavelmente o Lavater. Há um passo em que ele ilustra com traços específicos cada um dos quatro temperamentos do homem:
O colérico, o fleumático, o melancólico e o sanguíneo, creio que ream estes, não? Era muito engraçado.
Beijinho e parabéns.

Fascinante!

não conhecia essas Animaleries do Solé, josé mas pareceu-me coisa bem interessante. Os caricaturistas ingleses do séc. XVIII continuaram o tema. Ainda tem as Animaleries?

ehehe
Harry, vou já ver esses raposões. Eu gosto muito do Poliziano cara-de-rinoceronte “:O)))

mas aquele danado de Versailles tinha cá um talento para desenho…

E acabei de postar o belo desenho dos roposões manhosos do Le Brun.

Posta muito boa!

E estou de acordo com o João: vou levar algum tempo a digerir isto. :)))

Bolas! Estou siderado! E vou levar pelo menos uma semana para digerir isto…:)

Nos anos setenta, um artista francês, Solé de son nom, publicou na revista Pilote algumas das suas “Animaleries”…

Estou a ver de onde veio a inspiração…

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