Mas, o que desconhecia, é que os grandes saqueadores, desde os tempos imemoriais, fomos nós.

O bacano do anti-comuna explica e dá uma lição de história à independentista morcão :

«Não. Não podemos. O povo dinamarquês é dos mais honestos do mundo, em especial as suas élites. Em Portugal o Estado é tendencialmente corrupto, os políticos corruptos. Tem a ver muito com o passado histórico português, onde as élites enriqueciam, não a trabalhar, mas a roubar, saquer e pilhar outros povos e territórios. Desde a fundação de Portugal que as élites enriquecem a roubar e pilhar os demais. Primeiro os mouros na própria meseta ibérica, depois os africanos, depois os asiáticos e amerindios, depois as colónias, até que acaba o Império português e as élites começam a roubar, pilhar e saquear o próprio povo português. Com Lisboa como centro desta rapina que se opera através do Estado e seu controlo»
Portanto, atendendo à data e, apesar do fardo dinástico, Viva Portugal!

Suponho que a única coisa que poderia requerer explicação eram os “motivos lombardos”.

Com todo o gosto que explicava se percebesse a que premissas se refere, uma vez que eu também não concluí nada do que citei.

Pensava é que o post era óbvio. Foi feito no dia 1 de Dezembro e calhou de ler isto num blogue.

Entre as premissas e a conclusão há um abismo. Podia explicar melhor a relação sff?

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