Não há-de faltar muito para os lobbies LGBT, que fabricaram a “condição angélica” da homossexualidade, ainda virem a impor na lei o crime de “suicídio homofóbico”.

Em alternativa também podem sugerir a criação de salas de eutanásia de prevenção do crime ou mesmo brigadas de empurras aos paraqueditas mais indecisos, sofredores dessa fobia criminosa.

É demasiado caca para tanto.

Mas é caca que se espalha a velocidade nunca vista. E depois ainda existe a pancada da novilíngua e desta tara de se querer tomar por fobia uma coisa que nem tem nada a ver com amor mas com sexo e arrivismo.

É como eu digo no post, a brincar. Só falta mesmo as brigadas de empurras para quem esteja com ideias estranhas e não consiga sentir-se bem na pele do homossexual.

O que o apalermado do Vale de Almeida escreveu foi literalmente isto- homofobia entranhada na própria alminha do indeciso.

É preciso assumir a bem ou a mal. Porque tudo isto são opções e a hetero até é mais suspeita por ter a tal tendência inata da fobia contra a homo.

Em suma, faz falta um Eça -ou um Oscar Wilde- para descrever esta gente.

Ninguém sabe se é cúmplice, se são apenas todos retardados mentais.

Uma coisa é certa- aquela famelga estava a “montar a onda” da fama do rapaz. E isso é tão visível que até a treta de o meterem como “mandatário da juventude do PSD de apoio ao Cavaco” é coisa que só pode ter vindo da mãezinha e mana que são por lá militantes.

E isto, ao contrário do que muito imbecil tem escrito, não demonstra particularidades imorais e selváticas dos laranjas, mas algo que é comum a toda a trampa da fama e da partidarite- agarram-se a tudo para se tornarem visíveis e lá conseguirem o tal “sucesso” à Big Brother.

Mas choca-me ainda mais que a irmã e o namorado, ela médica e ele farmacêutico, façam declarações tão estúpidas. Sendo licenciados da UC, esperava mais.

Já conheci mães que fora cúmplices de relações de «meninas inocentes» de 20 ou 25 anos com quarentões ou cinquentões casados, a troco de emprego e ascensão social. Mas uma mãe que é cúmplice de uma relação de um jovem adulto com um homossexual sexagenário foi coisa que nunca vi.

No caso das frases dele não pode haver treta jornalística nem creio que mentira deliberada, pois foi em cima do acontecimento e quem registou foi a polícia americana.

Se o sentido é mesmo de exorcismo de seita, então há mais coisas que não se sabe e que podem alterar bastante.

Já no exemplo dos telefonemas da mãe, tanto faz que seja mentira, como verdade. Ela não negou o que vem no jornal, pelo que, de uma forma ou de outra, está muito mais envolvida com tudo do que parecia.

E a família é que deliberou em conjunto os benefícios do relacionamento para arrivismo da carreira dele. E sabiam que dormiam no mesmo quarto (com a imbecilidade da justificação do cunhado ter dito que era em camas separadas e para poupar).

Portanto, só não se sabe se foi tudo pensado entre todos- com a farsa incluída do rapaz, ou se não foi. E se não foi e aquela conversa com a mãezinha existiu mesmo, então pode ter-se passado com muito mais do que imaginamos.

Porque é impensável que uma mãe consiga fazer passar que é natural e normal, um filho de 21 anos andar em carrarismos desta maneira. E acreditar que estava mais seguro no quarto com a bichona do que na rua.

Isto até me parece mais monstruoso e mil vezes mais decadente.

Obrigada.
Eu estava mais na conversa com o Ricciardi que outra coisa.

E nem temos sequer informação suficiente para se poder entender, clinicamente, o caso.

Há outros aspectos que são estranhos:
1- A família dele- em particular a mãe que trata de tudo, incluindo da apresentação à velha bichona e que agora não nega o que a Felícia Cabrita escreveu no jornal.

2- A linguagem empregue em relação aos “demónios e vírus da homossexualidade” e depois os actos de perfurar os olhos no tal ataque em que o matou.
É que isso tudo pode ter tido um passado arcaico, como eu referi nos comentários, incluindo o do mau-olhado. Mas, presentemente faz parte de cenas abrasileiradas das seitas evangélicas.
Não faço ideia se o “efeito plasma” até aqui chegou.

E a coisa é um negócio chorudo. Dá muito evento e muito turismo «lgbt», com as suas praias de engate fácil, como algumas que existem no sul de Portugal, hotéis para homossexuais, etc. O dinheiro «pink» dá boa vida a muita gente. Isto é coisa que tinha de vir dos EUA e de alguma comunidade judaica, falo dos negócios para homossexuais. O que conta é o culto ao deus Mamon.

Mas o que se vive agora é o «gay lifestyle» importados dos EUA, com todo o seu folclore e tribos. Há as bichas efeminadas, todas magrinhas e depiladas, há os bears, que se querem musculados, com barba rija e muitos pêlos no peito e nas pernas, há os intelectuais e artistas, e mais umas tribos pelo meio, e depois não se suportam, os bears, por exemplo, odeiam as bichas. Em Lisboa até já há locais para bichas e locais só para bears.

Mas este rapaz tem muita coisa de homossexual recalcado, a meu ver. Quer coisa mais «gay» do que querer ser modelo e famoso, passar horas no ginásio e ter todos os cuidados na hora de comprar roupa, como foi relatado por um amigo do Carlos Castro? Ginásios, cremes, depilação masculina, roupas «fashion», moda… é tão… «gay»… e isto não é preconceito, é a constatação de uma realidade, que muita brigada dos bons costumes lgbt’s tenta tapar. Há ginásios que são verdadeiras gaiolas de bichonas.

Conhece o caso do que se passa em Angra do Heroísmo? Vá-se lá saber porquê, a cidade tem uma elevada percentagem de indivíduos contaminados com HIV. Sabe porquê? Muita homossexualidade. Não é só na Madeira, como disse nuns comentários. Mas a genética não explica tudo.

A homossexualidade e a bissexualidade terão duas explicações: uma a origem biológica, que explica uma minoria dos casos (alterações detectadas no hipotálamo, ou marcadores genéticos específicos), a outra o contexto cultural ou mesmo a educação (mãe castrativa e muito presente, por exemplo, embora esta hipótese seja muito polémica).

Parabéns pelos seus comentários no Portugal Contemporâneo. Fez a análise mais lúcida que já li e ouvi sobre o caso entre o «sugar daddy» e o amante jovem.

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